{"id":1038,"date":"2017-04-27T16:57:35","date_gmt":"2017-04-27T19:57:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/?p=1038"},"modified":"2017-04-27T18:06:34","modified_gmt":"2017-04-27T21:06:34","slug":"royal-enfield-teste-e-impressoes-de-pilotagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/royal-enfield-teste-e-impressoes-de-pilotagem\/","title":{"rendered":"Royal Enfield &#8211; Teste e impress\u00f5es de pilotagem"},"content":{"rendered":"<p>Os ve\u00edculos automotores, em especial as motocicletas, tem usos variados e, por isso mesmo, o mercado oferece uma infinidade de marcas, modelos, propostas e conceitos diferentes. \u00a0Modelos destinados ao trabalho e o dia-a-dia, por exemplo, normalmente s\u00e3o mais simples e\u00a0robustos, de boa durabilidade e manuten\u00e7\u00e3o mais barata e f\u00e1cil. Desta forma, \u00e9 mais usual\u00a0termos modelos monocil\u00edndricos destinados a esse uso. J\u00e1 motos com proposta de passeio, turismo\u00a0e esporte, entre outros apelos, s\u00e3o modelos que apresentam uma maior \u201csofistica\u00e7\u00e3o\u201d, assim como motores mais complexos, como os de 2, 3 ou 4 cilindros. Na contram\u00e3o esta\u00a0a Royal Enfield que tem a proposta de oferecer modelos com um certo \u201cstatus\u201d mas com motores monocil\u00edndricos mais simples, robustos\u00a0e econ\u00f4micos.<!--more--><\/p>\n<p>A marca \u00e9 a mais antiga fabricante de motocicletas na ativa\u00a0no mercado mundial.\u00a0De origem inglesa mas atualmente propriedade de um grupo indiano que assumiu de forma intencional e estrat\u00e9gica oferecer modelos n\u00e3o s\u00f3 de caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas, mas de fabricarem em pleno s\u00e9culo XXI os mesmos modelos que produziam ha mais de 50 anos.<\/p>\n<p>A Royal Enfield cultiva\u00a0a ideia de purismo, utilizando a hashtag #motopurismo como mote da campanha de seu lan\u00e7amento por aqui. O que d\u00e1 para\u00a0entender \u00e9 que a marca esta se valendo\u00a0de seus modelos cl\u00e1ssicos e seu nome, que tem tradi\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria do motociclismo, para se posicionar de forma diferenciada, oferecendo uma linha onde o saudosismo \u00e9 a deixa\u00a0para reunir a\u00a0parte dos motociclistas que deseja resgatar o prazer de andar de moto da forma mais pura e simplificada. Sabe aquele lance de sair de casa sem pressa, curtindo a paisagem e esquecer quantos minutos e horas est\u00e3o passando? E ao chegar ao destino, participar de uma roda de conversa sobre motos\u00a0e experi\u00eancias vividas?\u00a0\u00c9 isso.<\/p>\n<p>Tive a oportunidade de rodar 140 Km com 2 dos 3 modelos que a marca trouxe para o Brasil:\u00a0a Continental GT, com uma proposta mais esportiva, e a Classic Chrome, de proposta mais cl\u00e1ssica, como o pr\u00f3prio nome sugere.<a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341.jpg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_1054\" aria-describedby=\"caption-attachment-1054\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1054\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3341-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1054\" class=\"wp-caption-text\">Royal Enfield Classic Chrome (Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em estradas vicinais do interior paulista, cheias de pequenas retas e curvas, foi uma \u00f3tima oportunidade para sentir como estas m\u00e1quinas de concep\u00e7\u00e3o t\u00e3o fieis a sua origem, na primeira metade do s\u00e9culo passado, iriam se comportar. A Classic tem seu projeto original da d\u00e9cada de 30, j\u00e1 a Continental GT na d\u00e9cada de 60.<\/p>\n<p>Por ter o visual que mais me agradou, com design inspirado nas Cafe Racers cl\u00e1ssicas, a Continental GT era a que mais eu desejava testar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1044\" aria-describedby=\"caption-attachment-1044\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3182.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1044\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3182.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3182.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3182-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3182-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1044\" class=\"wp-caption-text\">Royal Enfield Continental GT\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O acabamento da pintura do tanque \u00e9 impec\u00e1vel, mas as demais pe\u00e7as n\u00e3o mostram o mesmo cuidado. Mesa e bengalas, por exemplo, recebem uma pintura prata, de acabamento que poderia ter um pouco mais de aten\u00e7\u00e3o e qualidade. Esta mesma percep\u00e7\u00e3o se estende as poucas pe\u00e7as cromadas que o modelo exibe. Pra mim, isso n\u00e3o seria problema em uma eventual compra. At\u00e9 por que, se eu decidir\u00a0pela compra, no dia seguinte seria desmontada para fazer uma customiza\u00e7\u00e3o personalizada. (Fizemos um pequeno compilado de customiza\u00e7\u00f5es utilizando as Royal como base que <a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/customizacao\/royal-enfield-customizadas\/\" target=\"_blank\">voc\u00ea pode conferir aqui<\/a>)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3258.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1048\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3258.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3258.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3258-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3258-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_1047\" aria-describedby=\"caption-attachment-1047\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3255.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1047\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3255.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3255.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3255-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3255-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1047\" class=\"wp-caption-text\">Tanque da Continental: \u00f3timo acabamento mas outras pe\u00e7as deixam a desejar.\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3252.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1045\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3252.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3252.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3252-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3252-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Dando a partida, o ronco tradicional e a vibra\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica dos motores monocil\u00edndricos entram em a\u00e7\u00e3o.\u00a0O escapamento, ao meu ver, ou melhor, ouvir, pede um pouco mais de esportividade. Mais um item que se resolveria f\u00e1cil com a troca por um mais esportivo.<\/p>\n<p>O banco \u00e9 confort\u00e1vel e de bom tamanho.\u00a0H\u00e1\u00a0espa\u00e7o suficiente para se posicionar mais pr\u00f3ximo ao tanque e atacar melhor as curvas, ou se afastar e \u201ccarenar\u201d nas retas.\u00a0Sim, eu sei que ela n\u00e3o tem carenagem, mas \u00e9 uma express\u00e3o que se costuma usar, para definir a posi\u00e7\u00e3o recuada e deitada sobre o tanque de combust\u00edvel para melhor penetra\u00e7\u00e3o aerodin\u00e2mica. Os semi guid\u00f5es sobre a mesa, e n\u00e3o abaixo como as cafes mais tradicionais, favorece o conforto.\u00a0Rodei mais de 100 km com ela sem sentir qualquer inc\u00f4modo. A posi\u00e7\u00e3o das pedaleiras est\u00e3o ergonomicamente bem posicionadas, favorecendo um adequado tri\u00e2ngulo guid\u00e3o\/acento\/pedaleira.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1049\" aria-describedby=\"caption-attachment-1049\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3259.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1049\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3259.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3259.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3259-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3259-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1049\" class=\"wp-caption-text\">Belo motor: n\u00e3o d\u00e1 pra esperar um ronco imponente de um mono mas d\u00e1 pra resolver f\u00e1cil trocando o escapamento original.\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Primeira marcha engatada e bora rodar. E que rodar macio. O bom torque do motor de 535 cc, exclusivo do modelo GT, aparece logo nos primeiro giros fazendo a moto deslizar suave e tranquila. Antes mesmo dos 4.000 RPM j\u00e1 se quer\u00a0passar a pr\u00f3xima marcha, o giro cai pra pouco mais dos 1.500 RPM e o motor mostra toda sua elasticidade. Vale ressaltar que esta talvez seja a melhor qualidade deste monocil\u00edndrico robusto. Pessoalmente gosto de motos europeias, de poucos cilindros, justamente pelo grande torque que apresentam, ao contrario dos motores de grande giro, que s\u00f3 se mostram em altas rota\u00e7\u00f5es e com sede por velocidade. J\u00e1 estes motores \u201ctorcudos\u201d tem uma retomada deliciosa em percursos mais \u201ctravados\u201d, respondendo como nenhum outro nas sa\u00eddas de curva.<\/p>\n<p>Falando em curvas, achei a cicl\u00edstica muito bem acertada.\u00a0Nas suspens\u00f5es vale ressaltar o bel\u00edssimo amortecedor traseiro com reservat\u00f3rio de g\u00e1s.\u00a0O conjunto \u00e9 muito bem dimensionado para o modelo, no ponto certo, nem muito dura para n\u00e3o comprometer o conforto e nem\u00a0muito mole para n\u00e3o comprometer a estabilidade em tocadas mais esportivas.\u00a0Somando isso a uma moto esbelta e compacta\u00a0tem-se uma moto\u00a0muito \u00e1gil nas mudan\u00e7as de dire\u00e7\u00e3o e muito na m\u00e3o. \u00c9 impressionante o que faz de curva e parte disso \u00e9 resultado\u00a0atribu\u00eddo dos pneus Pirelli Demon que funcionam muito bem no\u00a0conjunto.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1053\" aria-describedby=\"caption-attachment-1053\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3290.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1053\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3290.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3290.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3290-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3290-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1053\" class=\"wp-caption-text\">Continental GT: cicl\u00edstica bem acertada.\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>E falando em conjunto, os freios n\u00e3o poderiam ter melhor \u201cpedigree\u201d. Nada menos que pin\u00e7as Brembo. Freio a disco simples tanto na frente quanto na roda traseira. No inicio achei um pouco \u201cborrachudo\u201d o freio dianteiro, mas isso deve se resolver trocando o fluido de freio original por um de classe superior, talvez um DOT4 ou at\u00e9 DOT5. De qualquer forma, deixando de lado esta sensa\u00e7\u00e3o pessoal, os freios s\u00e3o muito eficientes.\u00a0Inclusive acho que esta \u00e9 a primeira moto que piloto, na qual o freio traseiro funciona de verdade.\u00a0Alias, freia mais do que precisaria frear. Para pilotos iniciantes conv\u00e9m deixa-lo \u201cmenos eficiente\u201d a fim de evitar o travamento da roda traseira em pisos com condi\u00e7\u00f5es ruins de ader\u00eancia.<a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260.jpg\"><br \/>\n<\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_1050\" aria-describedby=\"caption-attachment-1050\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1050\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3260-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1050\" class=\"wp-caption-text\">Freios Brembo: artigos de primeira e eficientes mas o flu\u00eddo talvez mere\u00e7a ser trocado por um de maior qualidade.\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O outro modelo testado, a Classic Chrome, tem um visual cl\u00e1ssico muito elegante e, esta vers\u00e3o espec\u00edfica dela, ao meu ver, mostra uma qualidade de acabamento bem superior, inclusive nos cromados que predominam em quase toda a moto. O que mais diferencia este modelo do Continental GT, al\u00e9m da quest\u00e3o est\u00e9tica, \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o de pilotagem. Muito semelhante a de um scooter, sentado, ereto e\u00a0com os p\u00e9s nem avan\u00e7ados e nem recuados, de extremo conforto.\u00a0Deu a impress\u00e3o de que poderia rodar o mundo sem me cansar. O que mais me impressionou foi o fato de que estas caracter\u00edsticas n\u00e3o prejudicaram em nenhum ponto a cicl\u00edstica e o fant\u00e1stico desempenho em curvas como o que descrevi para a Continental GT, muito semelhantes\u00a0ou talvez at\u00e9 melhor,\u00a0arriscaria dizer.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1041\" aria-describedby=\"caption-attachment-1041\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3111.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1041\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3111.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3111.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3111-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3111-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1041\" class=\"wp-caption-text\">Classic Chrome: acabamento cromado impec\u00e1vel.\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Minha opini\u00e3o? Se voc\u00ea \u00e9 daqueles motociclistas sem mi mi mi, que n\u00e3o tem rios de dinheiro para comprar uma moto e mesmo assim quer algo com personalidade, para se destacar no dia a dia, e ainda tirar uma onda no final de semana, escolha o modelo que mais combina com sua personalidade e seja muito feliz com uma Royal.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1058\" aria-describedby=\"caption-attachment-1058\" style=\"width: 683px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3149-1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1058\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3149-1.jpg\" alt=\"\" width=\"683\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3149-1.jpg 683w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/MG_3149-1-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1058\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;Ok&#8230; Fundo do FGTS inativo mais aquele pagamento do pr\u00f3ximo m\u00eas&#8230; acho que vou pegar uma dessas.&#8221;\u00a0(Foto: Andr\u00e9 Santos)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Eu mesmo estou pensando seriamente em adquirir uma. Me diz? O que o mercado pode oferecer com tanta personalidade nesta faixa de pre\u00e7o? Que, a meu ver, \u00e9 muito coerente e acess\u00edvel partindo de R$ 18.900,00 para a\u00a0Bullet\u00a0e chegando a R$ 24.500,00 para a Continental GT ABS.<\/p>\n<p>Os modelos testados\u00a0tem pre\u00e7o de R$ 23.000,00, para a Continental GT sem ABS, e R$ 21.900,00 para a Classic Chrome sem ABS.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os ve\u00edculos automotores, em especial as motocicletas, tem usos variados e, por isso mesmo, o mercado oferece uma infinidade de marcas, modelos, propostas e conceitos diferentes. \u00a0Modelos destinados ao trabalho e o dia-a-dia, por exemplo, normalmente s\u00e3o mais simples e\u00a0robustos, de boa durabilidade e manuten\u00e7\u00e3o mais barata e f\u00e1cil. 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