{"id":1954,"date":"2018-06-14T04:59:46","date_gmt":"2018-06-14T07:59:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/?p=1954"},"modified":"2018-06-14T06:11:40","modified_gmt":"2018-06-14T09:11:40","slug":"kawasaki-z900-rs-a-historia-de-1972-ao-modelo-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/kawasaki-z900-rs-a-historia-de-1972-ao-modelo-2018\/","title":{"rendered":"Kawasaki Z900 RS &#8211; A hist\u00f3ria de 1972 ao modelo 2018"},"content":{"rendered":"<p>Em uma \u00e9poca onde a garota propaganda das montadoras ainda era seu modelo de maior cilindrada, nascia uma disputa por olhares e suspiros. Disputa essa que movimentou o mercado de motocicletas como nunca e, tamanha briga por aten\u00e7\u00e3o, acabou estimulando uma corrida tecnol\u00f3gica e criativa que deu a luz, em 1968, a uma das mais ic\u00f4nicas motocicletas de todos os tempos: a Honda Cb750, modelo que colocou a empresa de\u00a0Soichiro Honda nos livros de hist\u00f3ria (entre muitos outros feitos da gigante japonesa). Obviamente, ningu\u00e9m queria ficar para tr\u00e1s e, inspirados nesta mesma moto, os engenheiros da Kawasaki levaram a f\u00f3rmula e o conceito da quatro cilindros um pouco mais longe, melhorando ainda mais o que j\u00e1 parecia incr\u00edvel. Nascia, em 1972, 4 anos depois, a Kawasaki Z1. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria da motocicleta que marcou sua gera\u00e7\u00e3o e sua sucessora espiritual devidamente modernizada e adaptada aos dias atuais.<!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_1994\" aria-describedby=\"caption-attachment-1994\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-1994\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/1969-honda-cb750_1600x0w-1024x667.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"667\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/1969-honda-cb750_1600x0w-1024x667.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/1969-honda-cb750_1600x0w-300x195.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/1969-honda-cb750_1600x0w-768x500.jpg 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/1969-honda-cb750_1600x0w.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1994\" class=\"wp-caption-text\">Honda CB750 1969: ci\u00fame e inspira\u00e7\u00e3o para a rival<\/figcaption><\/figure>\n<p>At\u00e9 1968, antes do barulho e como\u00e7\u00e3o criados pela Honda e sua Cb750, motores de quatro cilindros transversais (e at\u00e9 6 cilindros!) eram coisa de competi\u00e7\u00e3o e pista e, naturalmente, um laborat\u00f3rio das montadoras no sentido de pesquisar e avaliar novas tecnologias para modelos de rua. Um bom exemplo era a Honda RC166 com seu pouco usual motor de seis cilindros transversal de 250cc. Por\u00e9m, tais motores eram apenas para os olhares daqueles envolvidos diretamente no circo da velocidade. Mas a hist\u00f3ria dos quatro cilindros vem de muito antes dos anos 60. Um dos primeiros 4 cilindros de que se tem not\u00edcia era cria\u00e7\u00e3o da empresa b\u00e9lica belga\u00a0Fabrique Nationale (FN), em 1905.\u00a0 S\u00f3 que nestes pioneiros de quatro canecos havia uma pequena diferen\u00e7a que perdurou por anos a fio: o motor era em linha longitudinal \u00e0 moto e isso ocasionava um problema cr\u00f4nico que era, naturalmente pela disposi\u00e7\u00e3o, o aquecimento dos cilindros da parte de tr\u00e1s. E foi exatamente a Honda que teve a sacada brilhante (e simples) de colocar o motor na posi\u00e7\u00e3o transversal em rela\u00e7\u00e3o ao quadro das motos. Tamb\u00e9m foi essa mesma Honda que, finalmente, levou os transversais quatro cilindros para as ruas com sua m\u00edtica 750.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1957\" aria-describedby=\"caption-attachment-1957\" style=\"width: 666px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1957\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/666_Honda20RC16620250.jpg\" alt=\"\" width=\"666\" height=\"488\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/666_Honda20RC16620250.jpg 666w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/666_Honda20RC16620250-300x220.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 666px) 100vw, 666px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1957\" class=\"wp-caption-text\">Tecnologia de pista dos anos 60: a Honda RC166 de 250cc em 6 cilindros transversais<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_1971\" aria-describedby=\"caption-attachment-1971\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-1971\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thumb_36921_default_large-1024x572.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"572\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thumb_36921_default_large-1024x572.jpeg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thumb_36921_default_large-300x168.jpeg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thumb_36921_default_large-768x429.jpeg 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thumb_36921_default_large.jpeg 1199w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1971\" class=\"wp-caption-text\">O detalhe do motor da RC166: para qu\u00ea quatro cilindros se d\u00e1 para colocar 6<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_1958\" aria-describedby=\"caption-attachment-1958\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-1958\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/FN-1905-reestored-lftsd-profile-1024x681.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"681\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/FN-1905-reestored-lftsd-profile-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/FN-1905-reestored-lftsd-profile-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/FN-1905-reestored-lftsd-profile-768x511.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1958\" class=\"wp-caption-text\">A belga FN de 1905: prim\u00f3rdios dos quatro cilindros. S\u00f3 que em linha longitudinal.<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Kawasaki foi a primeir\u00edssima a correr atr\u00e1s do preju\u00edzo. Iniciou suas pesquisas ainda em 1969. Junto ao est\u00fadio americano McFarlane, desenhou as linhas gerais de sua primeira &#8220;big four&#8221;. Disso nasceu um prot\u00f3tipo 750cc que nunca chegou ao mercado, com contornos mais quadrados e s\u00f3brios, remontando ao estilo das Kawasaki 2 tempos tricil\u00edndricas de competi\u00e7\u00e3o da \u00e9poca. Al\u00e9m disso, a montadora adiou o lan\u00e7amento, previsto para o ano de 1970, para incrementar a capacidade e o desempenho do propulsor para 903cc e, assim, aproximar-se da categoria das 1000cc. Da\u00ed veio sua denomina\u00e7\u00e3o: Z1.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1960\" aria-describedby=\"caption-attachment-1960\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1960\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/KawasakiPrototype.jpg\" alt=\"\" width=\"650\" height=\"431\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/KawasakiPrototype.jpg 650w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/KawasakiPrototype-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1960\" class=\"wp-caption-text\">A Z1 original: prot\u00f3tipo desenhado por est\u00fadio americano, com 750cc, que nunca entrou em produ\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1972, na ocasi\u00e3o de seu lan\u00e7amento, a Z1 j\u00e1 emplacava de cara dois feitos in\u00e9ditos: era a primeira motocicleta de grande capacidade com duplo comando de v\u00e1lvulas no cabe\u00e7ote, o famoso DOHC (double-overhead-camshaft), sendo um comando para a admiss\u00e3o e o outro para o exaust\u00e3o. Sua concorrente direta, a Honda CB750, tinha comando simples. E pra coroar sua nova rainha, naquele momento, o motor da Z1 era o quatro cilindros mais potente comercializado em uma motocicleta que, com 903cc e seus 81 cavalos, a empurrava com pressa a mais de 210 Km\/h.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1968\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/72Z1_5-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/72Z1_5-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/72Z1_5-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/72Z1_5-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/72Z1_5.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<figure id=\"attachment_1966\" aria-describedby=\"caption-attachment-1966\" style=\"width: 771px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1966\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1-1972.jpg\" alt=\"\" width=\"771\" height=\"698\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1-1972.jpg 771w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1-1972-300x272.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1-1972-768x695.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 771px) 100vw, 771px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1966\" class=\"wp-caption-text\">O grande lan\u00e7amento de 1972: Z1 &#8211; praticamente uma evolu\u00e7\u00e3o e melhoria &#8220;inspirada&#8221; pela primeira big four lan\u00e7ada pela Honda<\/figcaption><\/figure>\n<p>Posto isso, a decis\u00e3o de protelar o lan\u00e7amento com o intuito de melhorar o projeto, foi o movimento da Kawasaki que colocou a Z1 praticamente dividindo o trono de superbike (termo cunhado pelas 750) com sua concorrente da Honda. Sua sucessora natural veio em 1977, a Kawasaki Z1000, que herdou o mesmo look and feel de sua antecessora, como se fosse uma Z1 vitaminada. Um ano depois, em 1978, veio a Z1000 Z1-R que, curiosamente, tinha muito, mas muito das linhas de design do prot\u00f3tipo da Z1 de 750cc desenvolvido em 1969, talvez um reaproveitamento de trabalho que acabou n\u00e3o sendo utilizado na ocasi\u00e3o original.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1969\" aria-describedby=\"caption-attachment-1969\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1969\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1000.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1000.jpg 640w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z1000-300x203.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1969\" class=\"wp-caption-text\">Primeira sucessora: Z1000 \u2013 uma Z1 vitaminada e com as mesmas linhas de design<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_1967\" aria-describedby=\"caption-attachment-1967\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1967 size-large\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Kawasaki_Z1R_10_nippon-classic-1024x640.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Kawasaki_Z1R_10_nippon-classic-1024x640.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Kawasaki_Z1R_10_nippon-classic-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Kawasaki_Z1R_10_nippon-classic-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Kawasaki_Z1R_10_nippon-classic.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1967\" class=\"wp-caption-text\">Z1000 Z1R: outra herdeira de 1978 com o design incrivelmente parecido com o prot\u00f3tipo original da Z1 de 1969<\/figcaption><\/figure>\n<p>Curiosidade: em 1983, a Kawasaki atingiu o mesmo feito de 1972. Colocou na rua a GPZ900R, tamb\u00e9m a mais potente e r\u00e1pida do mercado de sua \u00e9poca, motocicleta que praticamente definiu o conceito e o estilo das motos esportivas atuais. Voc\u00ea pode <a href=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/cultura\/a-moto-do-filme-top-gun-kawasaki-ninja-gpz900r\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ler mais sobre ela e sobre sua fama inesperada no cinema na mat\u00e9ria que escrevemos sobre a GPZ do filme Top Gun<\/a>.<\/p>\n<h3>A nova Z900<\/h3>\n<p>A Z900 RS (a sigla RS vem de &#8220;Retro Sport&#8221;) deu as caras no sal\u00e3o de Tokio em 2017 como parte de uma tend\u00eancia iniciada pela Triumph e que puxou um trem de saudosismo e o consequente lan\u00e7amento de muitos modelos recheados de tecnologia atual mas com o visual e o apelo retr\u00f4.<\/p>\n<p>O visual inegavelmente foi inspirado nas Z1 originais. O esquema de pintura \u00e9 praticamente o mesmo sem tirar nem por. Painel com dois grandes mostradores (e um mostrador digital no meio), guid\u00e3o mais alto e largo e tanque e rabeta tamb\u00e9m remetem quase que fielmente as linhas da moto de 1972: o tanque em formato de gota e uma elegante traseira que lembra um bico de pato. Mas o resto \u00e9 tudo do bom e do melhor que as motos atuais podem oferecer. O motor, por exemplo, \u00e9 refrigerado a \u00e1gua e as &#8220;aletas&#8221; est\u00e3o ali s\u00f3 pra remeter a moto original que era refrigerada a ar. E l\u00e1 est\u00e3o tamb\u00e9m as boas e velhas suspens\u00f5es invertidas com regulagem e o escambau.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1972\" aria-describedby=\"caption-attachment-1972\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1972 size-large\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-1-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-1.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1972\" class=\"wp-caption-text\">Kawasaki Z900 RS: linhas fi\u00e9is ao lan\u00e7amento de 1972<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_1974\" aria-describedby=\"caption-attachment-1974\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1974 size-large\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-3-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-3.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-3-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-3-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1974\" class=\"wp-caption-text\">Aviso aos incautos: mesmo sendo uma bela imagem da traseira da motoca, perceba que o escapamento n\u00e3o \u00e9 o original. Usamos ela s\u00f3 pra ilustrar o \u00e2ngulo.<\/figcaption><\/figure>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1973\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-2-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-2.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-2-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1975\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-4.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"1023\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-4.jpg 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-4-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1976\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-5-1024x769.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"769\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-5.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-5-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-5-768x577.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1977\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-quadro.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-quadro.jpg 800w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-quadro-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-rs-quadro-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p>O motor de 948cc foi herdado da moderna Z900 (a naked de design de gosto duvidoso que faz sucesso por a\u00ed) e retrabalhado pra diminuir a cavalaria para 111 cv (o motor original tem 125cv) e redistribuir a curva de torque para uma pegada mais mansa e domada, visando tamb\u00e9m pilotos de primeira viagem. H\u00e1 um controle de tra\u00e7\u00e3o simples de dois modos: um para deixar a moto na m\u00e3o do piloto e outro para uma tocada sem surpresas evitando, por exemplo, que a roda dianteira suba em uma acelerada mais empolgada.<\/p>\n<p>Outro item de seguran\u00e7a moderno \u00e9 a velha conhecida embreagem deslizante (at\u00e9 as Ninjinhas 300 lan\u00e7adas em 2012 j\u00e1 vinham com ele) que, a grosso modo, \u00e9 um sistema relativamente simples que evita o travamento da roda em redu\u00e7\u00f5es bruscas de marcha. A revista Quatro Rodas tem <a href=\"https:\/\/quatrorodas.abril.com.br\/noticias\/embreagem-deslizante\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma mat\u00e9ria bem bacana explicando o que \u00e9 o sistema com uma analogia bem simples e did\u00e1tica<\/a>.<\/p>\n<p>O primeiro v\u00eddeo de apresenta\u00e7\u00e3o, de 2017, \u00e9 bem bacana &#8211;\u00a0 coloca o modelo antigo e o novo lado a lado:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uABL88z4JMA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Aparentemente, a \u00fanica vers\u00e3o que vem para o Brasil em Julho de 2018, segundo a Kawasaki, \u00e9 a vers\u00e3o lan\u00e7ada em 2017 na cor chamada\u00a0Candytone Brown. Em outras paragens h\u00e1 mais op\u00e7\u00f5es de cores, assim como uma vers\u00e3o &#8220;cafe&#8221; que tem uma pequena bolha dianteira e um guid\u00e3o mais baixo. O pre\u00e7o sugerido pela montadora \u00e9 de <strong>R$ 48.990<\/strong> (em junho de 2018) que, pra ser mais claro e franco, significa 49 mil reais.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1979\" aria-describedby=\"caption-attachment-1979\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-1979\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900rs-2018-1024x575.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"575\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900rs-2018-1024x575.png 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900rs-2018-300x168.png 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900rs-2018-768x431.png 768w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900rs-2018.png 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1979\" class=\"wp-caption-text\">Pintura preta do modelo 2018: s\u00f3 para os g\u00f3ticos de fora do Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_1978\" aria-describedby=\"caption-attachment-1978\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-1978\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-cafe-2-1024x723.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"723\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-cafe-2.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-cafe-2-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/z900-cafe-2-768x542.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1978\" class=\"wp-caption-text\">Kawasaki Z900RS cafe: bolha, guid\u00e3o baixo e grafismo diferent\u00e3o &#8211; por enquanto s\u00f3 na gringa<\/figcaption><\/figure>\n<p>No site japon\u00eas da marca h\u00e1 um hotsite interessante dedicado a hist\u00f3ria e evolu\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia Kawasaki Z: desde sua primeira encarna\u00e7\u00e3o, a Z1 de 1972, at\u00e9 o modelo mais moderno (e horroroso) lan\u00e7ado em 2014 e que parece algum tipo de <em>Decepticon<\/em> (Transformers) sa\u00eddo de um filme ruim do\u00a0Michael Bay. <a href=\"https:\/\/www.kawasaki-cp.khi.co.jp\/Z_special\/history\/index_e.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Voc\u00ea pode dar uma explorada na linha do tempo da fam\u00edlia Z por aqui<\/a>.<\/p>\n<h3>Concorr\u00eancia retr\u00f4 indireta<\/h3>\n<p>A Z900 RS vem para, sem trocadilhos, correr sozinha na categoria. Se considerarmos como concorrentes os modelos de outras marcas que tem o mesmo apelo retr\u00f4, a Z900 RS \u00e9 a \u00fanica que tem a &#8220;m\u00e1gica&#8221; do 4 cilindros que \u00e9 praticamente um fetiche (inexplic\u00e1vel) do motociclista brasileiro. E a\u00ed tem uma parte boa e uma ruim. A parte boa \u00e9 que, talvez, o desenho retr\u00f4 n\u00e3o empolgue os amigos do alheio que, sabe-se, t\u00eam um fetiche igual ou maior ainda pelos 4 cilindros e, este mesmo 4 cilindros, pode ser justamente a parte ruim nesse sentido.<\/p>\n<p>De qualquer maneira, existem algumas op\u00e7\u00f5es (zero km) de outras marcas. Claro, em estilo, cilindrada, proposta e faixas de pre\u00e7o bem diferentes mas com a mesma pegada de olho no passado que \u00e9 um dos principais apelos da Z900RS. A brincadeira \u00e9 comparar as faixas de pre\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o a Z900RS. S\u00e3o elas, da mais cara \u00e0 mais barata:<\/p>\n<p><strong>Triumph Truxton 1200<br \/>\n<\/strong>R$ 57.990,00<br \/>\nUma &#8220;concorrente&#8221; de peso e t\u00e3o cheia de estilo quanto. Mas tem de tirar o escorpi\u00e3o do bolso sem chorar para pagar 9 mil reais a mais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1980\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thruxton-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thruxton.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thruxton-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/thruxton-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><strong>BMW R nineT<br \/>\n<\/strong>R$ 55.491,00<br \/>\nPor 6 mil contos e meio a mais d\u00e1 pra ter uma proposta bem diferente em um motor boxer da marca alem\u00e3.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1981\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bmw-r-nine-t-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bmw-r-nine-t.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bmw-r-nine-t-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bmw-r-nine-t-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><strong>Triumph Bonneville Bobber<br \/>\n<\/strong>R$ 49.990,00<br \/>\nCompletamente diferente em proposta\u00a0por mil reais a mais de diferen\u00e7a.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1982\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-bobber-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-bobber.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-bobber-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-bobber-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Triumph Boneville T120<br \/>\n<\/strong>R$ 47.490,00<br \/>\nPegada retr\u00f4 em dois cilindros e sobram 1.500 contos pra comprar uns acess\u00f3rios.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1983\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-t120-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-t120.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-t120-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/bonneville-t120-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Trimph Street Scrambler<br \/>\n<\/strong>R$ 42,990<br \/>\nOutra proposta bem diferente e que d\u00e1 pra, teoricamente, colocar na lama. E sobra pra comprar uma Honda Pop 100 pra andar na cidade, fora da lama.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1984\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/triumph-scrambler-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/triumph-scrambler.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/triumph-scrambler-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/triumph-scrambler-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ducati Scramber<br \/>\n<\/strong>A partir de R$ 38.900,00<br \/>\nUma Ducati Monster disfar\u00e7ada de moto off-road. Mas n\u00e3o deixa de ser grife italiana. E sobra pra comprar um CG125 como segunda moto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1985\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ducati-scrambler-icon-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ducati-scrambler-icon.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ducati-scrambler-icon-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/ducati-scrambler-icon-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Royal Enfield Continental GT<br \/>\n<\/strong>R$ 23.000,00<br \/>\nPara os espartanos de plant\u00e3o e que s\u00f3 querem um visual retr\u00f4 sem grandes pretens\u00f5es. D\u00e1 pra comprar DUAS e sobram 3 contos pra fazer uma festa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1986\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/continental-gt-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/continental-gt.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/continental-gt-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/continental-gt-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Royal Enfield Classic 500<br \/>\n<\/strong>R$ 21.000,00<br \/>\nAqui d\u00e1 pra levar duas pra casa e sobra uma CG125 de troco.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1987\" src=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/classic-5000-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/classic-5000.jpg 1024w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/classic-5000-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/classic-5000-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>Como deixamos bem claro (pra n\u00e3o aparecer ningu\u00e9m surtando por aqui&#8230;), a \u00fanica coisa que une as motos da lista de &#8220;concorrentes&#8221; s\u00e3o os modelos que tem a inspira\u00e7\u00e3o retr\u00f4. S\u00e3o motos diferentes em proposta e pre\u00e7o mas que falam ao ouvido e olhos dos saudosistas. A\u00ed vai do seu gosto e principalmente bolso, saber o que \u00e9 mais bacana e adequado pra voc\u00ea. Mas lembre-se: moto \u00e9 como roupa, nem sempre a mais linda e mais cara da vitrine \u00e9 aquela que \u00e9 seu n\u00famero, veste bem e te deixa seguro e confort\u00e1vel. A dica \u00e9 a mesma de sempre: sempre que puder, ande nas motos, fa\u00e7a um test ride pra conhecer a moto de perto e como ela se encaixa em voc\u00ea. Muitas marcas oferecem test rides regulares, basta se informar e agendar. Se alguma marca n\u00e3o oferece, bem&#8230; provavelmente ela n\u00e3o est\u00e1 muito interessada em vender.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma \u00e9poca onde a garota propaganda das montadoras ainda era seu modelo de maior cilindrada, nascia uma disputa por olhares e suspiros. Disputa essa que movimentou o mercado de motocicletas como nunca e, tamanha briga por aten\u00e7\u00e3o, acabou estimulando uma corrida tecnol\u00f3gica e criativa que deu a luz, em 1968, a uma das mais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1990,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6,7],"tags":[42,27,104,101,102,103],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/post-kara.png","jetpack-related-posts":[{"id":3193,"url":"https:\/\/www.motocultura.com.br\/home\/kawasaki-ninja-as-pequenas-esportivas-de-baixa-cilindrada\/","url_meta":{"origin":1954,"position":0},"title":"Kawasaki Ninja &#8211; as pequenas esportivas de baixa cilindrada","author":"Guilhes Damian","date":"31 de mar\u00e7o de 2020","format":false,"excerpt":"Em um passado n\u00e3o t\u00e3o distante, nos anos 80 e 90, as motocicletas esportivas de baixa cilindrada eram uma realidade nas ruas europeias e japonesas. 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